Yogashi - Livro - Editora Senac São Paulo
Yogashi:
o doce encantado da confeitaria japonesa
O livro explora a história e a evolução da confeitaria japonesa, mostrando como a tradição dos wagashi e a influência dos yôgashi se encontram em uma rica tradução cultural que une técnicas ocidentais à delicadeza estética japonesa.
Yogashi:
o doce encantado da confeitaria japonesa
O livro explora a história e a evolução da confeitaria japonesa, mostrando como a tradição dos wagashi e a influência dos yôgashi se encontram em uma rica tradução cultural que une técnicas ocidentais à delicadeza estética japonesa.
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Ficha Técnica:
ISBN: 9788577565726
Edição: 1.a EDIÇÃO
Área: Gastronomia e Alimentação
Número de páginas: 168
Idioma: Português
Data de lançamento: 01/09/2026
Tamanho: 19 x 24
Editora(s): SENAC RIO DE JANEIRO
Há registros de que no Japão produziam-se doces desde a pré-história. Frutas secas, castanhas e tubérculos cozidos eram utilizados desde os tempos remotos para adoçar a vida nos primórdios da civilização. No entanto, o termo wagashi, que designa os doces tradicionalmente japoneses, só foi criado muito tempo depois para fazer distinção dos yôgashi, doces com influências ocidentais, que ficaram populares no Japão a partir do século XVI. Mas, afinal, o que é o yôgashi além de uma adaptação da confeitaria ocidental? Segundo Vivianne Wakuda: Não foi só uma incorporação das receitas trazidas do Ocidente. Foi, acima de tudo, uma tradução cultural. A técnica europeia se encontrou com a estética japonesa e tudo foi moldado com a sensibilidade gustativa própria dos japoneses. Algo que o poeta Haroldo de Campos chamaria de transcriação. Nesse universo, morangos namoram com pasta de feijão azuki, o matcha bate papo com o chantili, a doçura se transforma em sutileza. Nesse sentido, a confeitaria yôgashi lembra muito os conceitos dos jardins japoneses. Neles, há um entendimento da natureza sob o olhar da estética da contenção. Nada é exagerado, tudo transita no plano da sugestão. É com essa serenidade que os japoneses interpretam a função do açúcar no universo do yôgashi.
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Há registros de que no Japão produziam-se doces desde a pré-história. Frutas secas, castanhas e tubérculos cozidos eram utilizados desde os tempos remotos para adoçar a vida nos primórdios da civilização. No entanto, o termo wagashi, que designa os doces tradicionalmente japoneses, só foi criado muito tempo depois para fazer distinção dos yôgashi, doces com influências ocidentais, que ficaram populares no Japão a partir do século XVI. Mas, afinal, o que é o yôgashi além de uma adaptação da confeitaria ocidental? Segundo Vivianne Wakuda: Não foi só uma incorporação das receitas trazidas do Ocidente. Foi, acima de tudo, uma tradução cultural. A técnica europeia se encontrou com a estética japonesa e tudo foi moldado com a sensibilidade gustativa própria dos japoneses. Algo que o poeta Haroldo de Campos chamaria de transcriação. Nesse universo, morangos namoram com pasta de feijão azuki, o matcha bate papo com o chantili, a doçura se transforma em sutileza. Nesse sentido, a confeitaria yôgashi lembra muito os conceitos dos jardins japoneses. Neles, há um entendimento da natureza sob o olhar da estética da contenção. Nada é exagerado, tudo transita no plano da sugestão. É com essa serenidade que os japoneses interpretam a função do açúcar no universo do yôgashi.
Ficha Técnica:
ISBN: 9788577565726
Edição: 1.a EDIÇÃO
Área: Gastronomia e Alimentação
Número de páginas: 168
Idioma: Português
Data de lançamento: 01/09/2026
Tamanho: 19 x 24
Editora(s): SENAC RIO DE JANEIRO
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